Síndrome de burnout: veja como evitar

A síndrome de burnout é um distúrbio psíquico que tem registrado cada vez mais casos no mundo. Também conhecida como síndrome do esgotamento profissional, trata-se de uma relevante doença da atualidade.

Por conta de mudanças no mercado, principalmente o aumento da competitividade entre as empresas de análise ergonômica do trabalho, cada vez mais profissionais têm se colocado em posição de se esforçar além de seus limites para obter resultados.

Isso se deve a uma série de estruturas que acabaram se estabelecendo no mercado, dificultando e diminuindo o potencial de funcionários de empresas diversas terem mais qualidade de vida e tranquilidade.

Essa síndrome, entretanto, não afeta apenas pessoas empregadas. O desemprego também gera o mesmo tipo de resultado, uma vez que a dificuldade para se posicionar no mercado acaba gerando uma série de problemas para o dia a dia das pessoas.

O principal ponto a se observar em pessoas que estão passando por um processo de burnout são a tensão emocional e o estresse constante.

A pessoa é incapaz de deixar os problemas no serviço e conseguir descansar, ainda que seja por apenas alguns minutos, exigindo posteriormente uma comunicação direta com uma empresa de medicina do trabalho.

As condições de trabalho desgastantes, sejam elas físicas, psicológicas ou emocionais, também tem uma forte relação com esse tipo de atividade, ajudando a síndrome a se manifestar mais facilmente e aparecendo em muito mais profissionais.

Dentre os casos mais comuns, é possível identificar a síndrome em:

  • Bombeiros;
  • Policiais;
  • Assistentes sociais;
  • Recursos humanos.

Entretanto, a síndrome não se restringe a essas profissões. Ela afeta qualquer profissional que acaba se desgastando em seu local de trabalho, aumentando ainda mais o risco em pessoas que costumam fazer muitas horas extras ou que fazem jornadas duplas de serviço.

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Além disso, as dificuldades do mercado de trabalho, como arrumar emprego em um ambiente muito concorrido, baixos salários e um alto custo de vida em grandes centros urbanos acabam auxiliando ainda mais a doença a aparecer em profissionais.

A síndrome de burnout ainda é vista com preconceito na sociedade, como uma falta de capacidade profissional. Não é incomum que pessoas evitem falar sobre casos como esse em um exame admissional para empresas.

Por conta disso, muitas pessoas não procuram ajuda nos primeiros sinais da síndrome, que acaba por se tornar muito pior.

Quando você busca ajuda logo que percebe os sinais de sobrecarga, é possível ficar muito melhor e otimizar suas ações, diminuindo as chances de ter problemas reais em suas capacidades sociais.

Dentre os sintomas mais comuns, é possível destacar uma série de comportamentos e sentimentos que refletem o esgotamento do paciente, normalmente se refletindo em uma série de atitudes negativas, que devem ser notadas em um exame de retorno ao trabalho para garantir que o profissional esteja em condições.

A agressividade e o isolamento são alguns dos principais sinais, que podem ser observados até mesmo por familiares e colegas da pessoa, dando um primeiro alerta de que ela está precisando de ajuda.

Além disso, sintomas de ansiedade e depressão não são incomuns, normalmente acompanhados de mudanças de humor rápidas e sem nenhum motivo aparente, o que também representa essa sobrecarga de estresse que a pessoa possui.

Em alguns casos, o corpo reage fisicamente à síndrome, apresentando dores de cabeça, cansaço constante, alterações na pressão e no sono e até mesmo distúrbios alimentares, por isso, é importante procurar ajuda assim que possível.

Resumo deste maravilhoso conteúdo

    Como evitar a síndrome de burnout?

    Evitar o processo de burnout por conta do trabalho não é uma tarefa fácil, mas com algumas atividades é possível se prevenir, ou pelo menos estar pronto para lidar com a situação de forma clínica, com acompanhamento especializado.

    Cada pessoa é única no mundo e possui diferentes gatilhos que podem ativar sua ansiedade ou o cansaço dependendo de seu trabalho, como no caso de um advogado de divórcio. Identificar se estes sinais fazem parte de um processo de burnout é muito importante para garantir bons resultados no seu dia a dia.

    Por isso, é importante adaptar estes métodos à sua realidade, para conseguir trabalhar adequadamente com a síndrome e se proteger caso esteja percebendo que este caminho está sendo traçado.

    Comunicação em primeiro lugar

    Um dos maiores sinais de burnout em um paciente é o isolamento e o estresse crônico. A pessoa passa a ficar tão mentalmente sobrecarregada que não quer ter interações sociais ou se comunicar com outras pessoas.

    Além disso, ela começa a não conseguir desenvolver suas atividades de forma adequada, o que piora ainda mais a situação, fazendo-a se sentir incompetente e diminuindo a produtividade, gerando ainda mais complicações a longo prazo.

    Isso em grande parte acontece pelo medo de se comunicar. Quando você encontra dificuldades na execução de um trabalho de gestão de segurança do trabalho, é importante saber pedir ajuda e identificar se você já está com muitas atividades para resolver.

    Muitas vezes o medo de ser descartado por não aceitar novas funções e atividades acaba fazendo a pessoa aceitar mais do que consegue resolver, e com isso acaba abrindo portas para a síndrome de burnout atacar.

    Planejamento e prioridades

    Planejamento é uma das principais maneiras de conseguir estruturar seu dia e evitar o burnout. Quando você consegue organizar seu dia, é mais fácil lidar com todos os compromissos e outras ações urgentes.

    Entretanto, é preciso preparo para conseguir realizar esse tipo de atividade e ter cabeça fria para deixar itens para fazer no dia seguinte. Uma boa maneira é utilizar uma agenda ou planner para determinar todas as tarefas que você precisa completar.

    Além disso, tente estipular um horário para conseguir dar conta desse tipo de ação em sua empresa de conservação e limpeza. Estas atividades permitem que você mantenha uma estrutura de organização mais firme, sem extrapolar a quantidade de itens que deve fazer.

    Ainda que atividades apareçam ao longo do dia e saiam desse tipo de controle, estipular prioridades é uma forma efetiva de resolver o que é mais urgente e deixar os trabalhos que podem levar mais tempo para solucionar depois.

    Dessa forma, você evita o excesso de responsabilidades em um mesmo período, que é um dos principais causadores de burnout entre pacientes. As jornadas exaustivas acabam ativando esse tipo de estresse, e complicando a situação do paciente.

    Não se esqueça que você não existe apenas para trabalhar. Suas atividades de casa, cuidados com filhos e tempo de lazer também são muito importantes e devem ser levados em conta quando você estiver se organizando para dar conta de todas suas atividades.

    Gatilhos para estresse

    O estresse é um dos elementos fundamentais da síndrome de burnout. Por conta disso, situações que possam piorar seu estresse devem ser evitadas sempre que possível, ainda que isso seja uma tarefa difícil.

    O primeiro passo para lidar com esses gatilhos é identificar quais são os cenários que geram esse tipo de sentimento negativo, como cobranças em excesso ou até mesmo a competitividade entre colegas de serviço que esteja saindo de mão.

    Nesses casos, conversar com as pessoas responsáveis pela empresa de jardinagem e paisagismo pode ser uma boa maneira, mas evite entrar em discussões desnecessariamente, uma vez que isso também pode agravar seu caso.

    Para conseguir lidar adequadamente com estes gatilhos de estresse, é importante usar algumas técnicas comuns que podem ajudar muito em momentos de tensão, como respiração e foco.

    Além disso, é interessante que você faça pequenas pausas entre uma atividade e outra, garantindo mais qualidade no seu dia a dia e se permitindo relaxar um pouco entre as atividades, reduzindo assim o nível de estresse convencional.

    Neste caso, se algo causar estresse durante uma atividade, você já terá conseguido reduzir esse elemento ao desviar sua atenção do processo por alguns momentos, e terá mais frieza para lidar com a situação apresentada.

    Rede de apoio

    Ninguém consegue resultados sozinhos. Tanto por isso, o isolamento é parte do problema quando o assunto é a síndrome de burnout. Por isso, cercar-se de pessoas queridas é um processo importante para qualquer profissional.

    Na maioria dos casos, o suporte de pessoas queridas vem de sua família ou de grupos de amigos, mas em alguns casos até mesmo um colega de serviço pode ser um porto seguro, onde você poderá se acalmar.

    Estas pessoas ajudarão dando o suporte emocional que você precisa, se tornando um grupo de confiança com o qual você pode conversar e até mesmo desabafar, conseguindo suporte para procurar ajuda profissional.

    Considerações finais

    O burnout é um problema comum, no qual milhares de pessoas passam todos os dias. Este é apenas um dos reflexos que uma rotina irrestrita de cobranças e frustrações pode gerar, e os grandes centros urbanos tem muitas histórias como estas.

    Por isso, trabalhar com seu psicológico em ordem é um elemento muito importante para qualquer pessoa conseguir dar conta de todas as atividades, evitando assim cair em uma espiral de negatividade causada pelo burnout.

    No caso de perceber qualquer sintoma da síndrome, é importante que você procure ajuda profissional para lidar com a situação da melhor maneira possível.

    Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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    Nutricionista Gustavo Schneider

    Nutricionista CRN2 8501 - Formado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e Especialista em Nutrição Esportiva pela Universidade Gama Filho (UGF). Entusiasta do uso de suplementação alimentar consciente e alimentação saudável

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